Economia da informação

Temo que tenhamos esquecido de que vivemos numa época em que se diz que A "INFORMAÇÃO" é o ‘dinheiro’ do nosso tempo…
Ocorre que temos um Tisunami de ‘dados/informaçãoes’ disponíveis na rede mundial acessíveis sem controle, sem gerência em uma ‘terra de ninguém’.

Da mesma forma que com a economia, quando temos muito ‘dinheiro’ circulando, temos de conviver com um efeito colateral indesejado: a Inflação.

Hoje temos uma "inflação" de conhecimento disponível, o que pode implicar numa necessidade exacerbada de novas capacidades profissionais, sociais e pessoais (nessa ordem mesmo.. posto que o sucesso do mundo moderno é medido pelo nome bonito do seu cargo no crachá funcional!). Se associarmos isso ao câmbio – de novo um termo da economia – à remuneração dos talentos superlativados por uma carga colossal de dados/informações popularizada encontramos uma super desvalorização geral das pessoas nos meios profissionais. (salários cada vez menores frente a competências exigidas cada vez maiores!)
O processo de comunicação exige (retomando seu conceito básico) ao menos 3 elementos: emissor, mensagem e receptor. Atualmente, temos excesso de mensagens bem definidas. os emissores, ocultos em sites, blogs, house organs, newsletters, twitters.. blablabla não se preocupam (na média) com os receptores pois as novas tecnologias carregam consigo o conceito intrínceco de que todos são ‘receptores potenciais’.
O ‘mercado’ corrobora o conceito exigindo que as capacidades dos atuais e novos profissionais sejam constantemente ampliadas e no mesmo ritmo da onda de informações disponíveis.

O que podemos fazer sobre isso?

FIM2010

Educação inclusiva–Escola inclusiva (?)

Com base na leitura da resolução CNE/CEB nº 2 que institui diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica, podemos extrair três contribuições do documento para a organização da escola inclusiva:

Em meu entendimento a primeira contribuição do documento é a formalização do entendimento do estado no artigo 5º desta resolução sobre quais as necessidades educacionais são cobertas pela educação inclusiva, em especial o que diz respeito à cobertura desde os alunos com dificuldades de aprendizagem (para menos) até os alunos com dificuldades de sociabilidade devido ao alto desenvolvimento e/ou capacidade intelectual (superdotados) perpassando os alunos com dificuldades de comunicação, locomoção e limitações físicas que os põem em desvantagem em comparação com os alunos ‘medianos’, isto é, ditos normais.

A abrangência definida nesse artigo pode, se bem encaminhada, promover uma diversidade adequada às realidades vivenciadas pelos alunos, estimular a criatividade de todos os envolvidos no proceso de aprendizagem (Professores e alunos) bem como promover um aumento da qualidade de ensino dos alunos ‘medianos’ por meio de uma socialização respeitosa e que estimule a aceitação das ‘diferenças’.

A segunda grande colaboração da resolução encontra-se no artigo 8º que determina a necessidade (ainda que de forma impositiva) da escola estimular e promover a capacitação continuada de seu corpo docente ao mesmo tempo que provê a flexibilidade suficiente para realizar o atendimento adequado à realidade de seu público.

Este artigo ainda estimula a troca de experiências entre os membros do corpo docente por meio dos serviços de apoio pedagógico especializado (Item IV) e estimula o trabalho em equipe (Item VII) e o envolvimento de toda a sociedade (família, instituições de ensino superior, alunos, alunos superdotados e demais agentes da sociedade) no processo educacional.

A terceira contribuição da resolução figura no artigo 18º onde são definidos os perfis profissionais aptos e/ou especializados a atenderem à demanda de educação especial, isto é, inclusiva. O artigo ainda prevê abertura à capacitação dos professores atualmente em pleno exercício de suas atividades e esta capacitação abrange as esferas da união, estados da federação, Distrito Federal e municípios.

A definição dos perfis profissionais aptos a este exercício não somente delimita e direciona o campo de ação desses professores como estimulam, com suas contratações, a capacitação ainda que indireta dos demais profissionais desses centros educacionais.

Como a Educação a Distância pode associar “ensino, educação e aprendizagem”?

Será mesmo que há um novo tipo de associação entre ensino, educação e aprendizagem? Há, desde a antiguidade, uma associação direta entre aprendizagem e transmissão de conhecimento a fim de que se pudesse preservar as tradições e competências adquiridas pela humanidade.

A forma que se dava ao processo de aprendizagem acompanhava a evolução da maturidade na produção de conhecimentos, isto é, através da informação (ensino) da pouca[1] ciência construída dos mestres aos aprendizes.

Àquela época, havia pouco espaço para que os aprendizes pudessem condensar e refletir sobre os ensinamentos transmitidos. Não necessariamente pelo motivo simplista de o ensino ser unilateral e os mestres, senhores da sabedoria que não poderiam ser contestados… mas sim, devido à maturidade do que se conhecia até então. Os mestres, de certa forma, eram sim os donos da ‘verdade’, posto que tiveram acesso primeiro ao conhecimento produzido, e não porque eram simplesmente melhores que seus discípulos.

A formalização dos processos educacionais ao longo da evolução do saber proporcionou realizar o estudo, aperfeiçoamento e consolidação não somente do conhecimento da humanidade, mas do que se pode apelidar ‘meta-conhecimento’ no sentido de aplicar o ‘conhecimento do(s) modo(s) de aprender’. Assim, a “educação” passa vigiar e regrar a relação entre o ‘ensino’ e a ‘aprendizagem’.

As correntes filosóficas que tentam explicar os modos de aprendizagem detém uma essência de relação que indica um senso comum de que o ensino – ou o que se deve ensinar – está fortemente ligado ao ‘conhecimento’ dependente forte do substantivo ‘informação’ enquanto a aprendizagem reflete a capacidade e os meios pelos quais os instruídos (receptores) terão acesso ao compêndio informacional disponível bem como os métodos que utilizarão para absorver – e se possível reter – o que lhes fora ensinado.

A educação é o agregador do ensino e aprendizagem. É o que rege os processos de ensino e aprendizagem. Enquanto entidade formal ou de direito, é a Educação quem normamente estabelece as medidas de aplicação de leis e normas (por parte do estado). Como processo social, oferece-se, naturalmente pelo convívio intermediado entre pessoas, ora no papel de mestres, ora no papel de discípulos.

Neste espectro, por maiores as mudanças ocorridas na maturação da Educação da humanidade, em essência, mantém-se intacta, indelével e imutável. Isso se aplica também à aprendizagem e ensino. O fluxo é o mesmo: Conhecimento que passa através de um ser humano no papel (temporário) de mestre a outro ser humano no papel (temporário) de aprendiz.

A Educação à distância, EAD, assim como todos os elementos de (in)formação disponíveis a partir do advento de tecnologias mais velozes e menos restritas[2] tem como contribuição mister a permissão de realizar essa alternância de papeis mestre-aprendiz de forma dinâmica, ágil e gerenciável. Nos papeis alternam-se, o tempo todo, a pessoa dita ‘tutor’ e a pessoa dita ‘aluno’.

Isso é possível dado o fato de que o Aluno tem [virtualmente], ao alcance do mouse, acesso a todo o conteúdo produzido pela humanidade onde pode, com sua própria autonomia, navegar entre o mar do conhecimento disponível.

O ‘tutor’, por sua vez, não pode ficar em todo o tempo no papel de mestre posto que seu ‘aprendiz’ pode ser tão esclarecido (ou até mais) sobre os assuntos na pauta de troca e surpreendê-lo com questões ou conceitos que não foram por ele aprofundados. E esse (tutor), se for esperto, pode beneficiar-se da potencial curiosidade voraz de seus tutorados para aprender ainda mais do que julga saber.

Em linhas gerais, EAD, representa um meio dinâmico, capaz de absorver as facilidades tecnológicas disponíveis para aproximar pessoas (ainda que geograficamente dispersas) e permitir que essas possam exercer a Educação de forma irrestrita, bilateral e gerenciável.


[1] Pouca: neste contexto, considera-se por referência o conhecimento acumulado pela humanidade nos dias atuais.

[2] Do ponto de vista de fronteiras

Sobre as ‘pessoas com necessidades especiais’…

Ao coletar informações sobre ‘educação inclusiva’ encontrei uma grande ‘frustração’…  na verdade, todos os materiais coletados corroboram o meu conjunto de valores sobre as ‘pessoas com necessidades especiais’… que nada mais são do que pessoas.

Todas as pessoas merecem a atenção (nossa atenção) diferenciada.

Cada um de nós tem alguma necessidade especial.

Um dos melhores DBAs (Database Administrators) que eu conheci é deficiente visual completo.

Nunca aprendi tanta teoria e prática de banco de dados quanto enquanto trabalhei com ele, que é concursado e ganha um bom ordenado na função.

Cuida de um conjunto de suporte a sistemas de alta disponibilidade para o governo estadual (alguém aí conhece os serviços do IPVA e coisas correlatas?, pois bem, os servidores dos bancos de dados que suportam esse e diversos outros serviços são administrados em parte por um sujeito completamente CEGO!)

É claro que há muito a se evoluir no assunto "inclusão social".

Precisamos quebrar o paradigma de que as pessoas "diferentes" são inúteis ou que vão ‘atrapalhar’ o bom andamento da média.

Como disse há pouco, cada um de nós tem alguma necessidade especial. Por mínima que seja. Ou precisamos de óculos, ou temos alguma limitação para entender algum conceito que exija um pouco mais de lógica ou um pouco mais de sensibilidade, ou precisamos de um ‘amplificador’ para escutarmos os outros, ou precisamos simplesmente ficar em silêncio para escutar os que nos rodeiam.

Nós podemos contribuir (e muito) para que TODOS sejam incluídos e colaborem com o desenvolvimento social, científico, laboaral ou de forma mais significativa com o DESENVOLVIMENTO DE TODAS AS PESSOAS.

Eu gosto muito de uma frase do grande músico B.B. King:

"O mundo seria muito chato se todos fossem músicos!".

O mundo só é mesmo divertido por causa das diferenças!

Diferença é bom.

O ruim é fazer sempre "mais do mesmo"

Educação presencial versus Educação à distância

Considerações iniciais.

Pode-se afirmar, como uma boa aproximação inicial, que tanto o aluno da modalidade presencial quanto o aluno da modalidade “à distância” devem ter a mesma dedicação para receber o conhecimento.

O que muda é a tática!

A modalidade presencial

Na modalidade presencial (contemporânea) a característica mais acentuada da comunicação é o formato RemetenteàDestinatário. Esse formato exige muito mais do professor que do aluno. Há quem diga que, deste modo, o professor aprende mais que o aluno, pois tem o dever de antecipar-se às questões que podem surgir em sala de aula (o que, via de regra, ocorre em uma proporção sempre menor que a expectativa do professor).

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O conhecimento assim é transmitido do mestre ao aprendiz. A este cabe fazer a revisão do conhecimento transmitido após a aula (conforme seu interesse) e, ao fim de algum período pré-determinado provar ao mestre em que proporção o conhecimento foi retido.

A modalidade presencial exige que as agendas de ambos, mestre e aprendiz, sejam devidamente sincronizadas o que pode causar ao menos em uma das partes (ou em ambas) o descontentamento e o prejuízo da motivação de aprender ou ensinar. Pelo menos uma das partes terá de realizar a escolha de “deixar de fazer” algo que deseja naquele determinado horário da aula para dedicar-se a participar do processo de transmissão do conhecimento. Outras fontes potenciais de ruído são agregados a esta forma de comunicação:

  • Treinamento didático do mestre;
  • Nível de conhecimento da disciplina a ser “ensinada” pelo mestre;
  • Nível de conhecimento (muitas vezes distorcido) da disciplina pelo aprendiz;
  • Locução;
  • Postura;
  • Coerência;
  • Dedicação do aprendiz além da aula;
  • Capacidade (ritmo) de compreensão do aprendiz;

Para o sucesso desta tática, a característica do aluno que se faz mais necessária é a predisposição em receber conhecimento do mestre. Alguma dedicação além da aula é desejável (em muitos casos é essencial!), mas serve apenas como meio consolidador do conhecimento transmitido.

A modalidade “à distância”

Na modalidade à distância o formato da comunicação entre os detentores de conhecimento e quem deseja adquiri-lo é um pouco mais complexa. Os conceitos de mestre e aprendiz em muitos momentos são confundidos pois ambos alternam-se nos papeis de remetente/destinatário. Nesta modalidade, o “aluno” precisa exercitar a dedicação em absorver o conhecimento desejado através de inúmeras fontes (simultâneas). Ao “mestre” cabe um papel mais parecido ao de um “cão-guia” que indica os caminhos onde o conhecimento pode ser adquirido.

O aluno, segundo o seu próprio ritmo, segue as orientações gerais dos tutores e professores e, constrói o conhecimento com base no estudo efetivo das fontes (livros, sites, artigos).

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Nesta modalidade, o aluno não pode “culpar” o mestre por não ter ensinado algo relevante para sua vida ou profissão já que TODA a responsabilidade sobre a construção do conhecimento do aluno é efetivamente dele.

Algumas características comuns são observadas nos alunos de sucesso nessa modalidade de ensno:

  • Disciplina;
  • Capacidade de planejamento bem desenvolvida;
  • Auto-organização (tempo e espaço);
  • Habilidade acentuada de auto-aprendizagem
  • Cultivo do hábito da leitura;

PCN – Parâmetros curriculares nacionais

 

Reflexão sobre os PCN

O conjunto de Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) foi constituído como item consonante com as políticas educacionais do governo federal de maneira a homogeneizar o nível de ensino das diversas unidades da federação e criar assim uma “identidade nacional” para a educação básica.

É sabido que há divergências gritantes no que tange o desenvolvimento educacional do nosso país e é com o intuito de diminuir essas diferenças que os PCN foram desenvolvidos. Estes devem servir de “modelo” ou guia para as adequações regionais de planejamento de ensino.

O estabelecimento de metas educacionais é fundamental para que haja evolução mensurável da qualidade de ensino, especialmente a qualidade do ensino público gratuito que é direito do cidadão e dever do estado.[1]

“Meta”, esta palavra ou jargão das políticas neoliberais, do mercado não parece ter lugar no ambiente escolar. Nas conversas informais desse ambiente encontramos diversas reações de resistência a esta palavra. Meta combina com números e padrões a serem atingidos. Muitas vezes, os profissionais do ensino se sentem intimidados com metas numéricas de aprovação, metas de redução de custos, metas de matrículas.

O que é normalmente esquecido quando se tenta vender a idéia da necessidade de uma base nacional para nivelar a qualidade de ensino é que o PLANEJAMENTO é ferramenta fundamental para conseguir atingir a qualidade de ensino desejada. Os PCN são, em primeiro momento, encarados como “regra” e não como base norteadora da construção do planejamento local, em última instância, do planejamento da aplicação prática da aprendizagem. E todo planejamento tem como colorário uma meta. Ao fim de uma aula, o professor deseja cumprir um determinado conjunto de objetivos sejam esses de compreensão de um determinado conceito ou mesmo da transmissão pura e simples de uma informação acessória aos alunos.

Como norteador aberto às adequações regionais os PCN permitem ao professor determinar a aplicabilidade dos assuntos abordados em sua prática pedagógica, isto é, o professor não precisa iniciar seu planejamento do “zero”. Os PCN implicam em um conteúdo base, mínimo a ser aplicado. Deste ponto cabe ao professor estender e determinar COMO tais conteúdos serão abordados respeitando a cultura e o conhecimento prévio de seus alunos.

Em termos de aderência, a aplicação do questionário do projeto indica (embora sem embasamento estatístico) que os profissionais de ensino os têm utilizado como se deve. Ainda que esta aderência seja motivada por orientação expressa de seus superiores hierárquicos, foi possível identificar que os usos desses elementos facilitam o planejamento e a aplicação dos conteúdos sugeridos em sala de aula.

O que tem sido percebido das políticas de educação é que há um sentido congruente do Estado para o cumprimento do Plano Nacional de Educação com base em todas as suas diretrizes. A aplicabilidade tem sido, do ponto de vista de regulamentação, uma ação de ESTADO independente dos planos de GOVERNO que detiveram a posição de poder desde que tais planos foram formalizados. Embora haja ainda um longo caminho a ser trilhado, percebe-se que há um mapa bem sinalizado que deve nortear a evolução do ensino rumo a um padrão de identidade e conhecimento sólido em âmbito nacional. Seria desejável que as resistências operacionais para o cumprimento do plano nacional de educação sejam também consonantes no que tange à melhoria em pontos não estimados no início e que tais resistências sirvam de base para a discussão madura para melhoria do processo. Se a resistência se firmar apenas pelo conceito de “resistir por resistir já que me está sendo imposto a aplicação de uma ou outra política” não há nada a ser agregado para a melhoria do ensino em nosso país.


[1] Como reza a nossa constituição vigente.

Educação para todos…

Creio que a execução da disseminação do acesso à educação, meta principal do governo, tem sido consonante com as aplicações do PNE e LDBEN a partir das políticas educacionais geradas desde a publicação do PNE. Como os objetivos desse plano constituem-se em

  • Erradicação do analfabetismo;
  • Universalização do atendimento escolar;
  • Melhoria da qualidade do ensino;
  • Formação humanística, científica e tecnológica com a preparação do indivíduo para o trabalho

Pode-s perceber que todas as políticas tem características bem fundamentadas para a promoção e desenvolvimento de tais objetivos, isto é, do ponto de vista do estado, os artifícios por ele gerados têm sido consonantes com o cumprimento de tais metas.

Atualmente reclama-se muito da questão da qualidade de serviço oferecida pelo ensino público por falta de incentivos e valorização dos profissionais de ensino mas, tento por base o texto do PNE, da LDB e das políticas publicadas pelo governo nos âmbitos federal, estadual e municipal temos, por exemplo, por parte da LDB um aumento da carga horária e do número de dias letivos para os níveis obrigatórios (básico, fundamental e médio). Temos também uma série de fomentadores sociais para incentivos da sociedade na participação da questão do problema nacional denominado EDUCAÇÃO, entre eles, Bolsa Escola, Bolsa família, financiamentos específicos voltados para capacitação de profissionais de ensino (especialmente os que tangem o contato desses profissionais com aspectos tecnológicos), temos diversas cotações de projetos de modernização de salas de aula e investimentos neste sentido sendo aplicados para estabelecer o contato de profissionais e alunos com as diversas tecnologias de auxílio pedagógico e funcional como é o caso das salas de aula ‘do futuro’ com equipamentos sendo desenvolvidos para fins didáticos. Há também, por parte de órgãos governamentais o fomento à produção científica com bolsas de pesquisa, abertura e acesso à cursos de capacitação (graduação e técnicos). Há também o fomento de novas modalidades de graduação por meios tecnológicos modernos como é o caso do Ensino à Distância e o incentivo eficaz para a disponibilização de cursos de graduação, pós graduação nessa modalidade.

Há de se considerar também a questão da participação dos demais entes envolvidos nesta demanda. Em meu modo de entender, há uma divergência (e provavelmente uma letargia) na questão da participação especialmente dos profissionais envolvidos com a educação. Não basta cobrar do “governo” no papel de “estado” a questão de incentivos ao ensino sem a participação correta e coerente neste processo de disponibilizar acesso (gratuito ou não) ao direito que todos os cidadãos têm frente à educação.