Responsabilidade Social

Considerando que uma empresa que pretende SER socialmente responsável deva seguir, ao menos, as diretrizes de transparência, coerência e honestidade,  (em termos de suas ações, valores e benefícios perante a sociedade) a primeira “ação social” a ser realizada é definir claramente qual o seu propósito, sua missão, perante a comunidade na qual está inserida afinal, uma PESSOA, ainda que JURÍDICA, tem uma razão de existência, uma missão! [1]

A “pessoa jurídica” é uma entidade coletiva e, deste modo, naturalmente social. O primeiro conjunto de ações, políticas e atitudes deve ser aplicado em sua ‘comunidade interna’.

É essencial que sua estrutura seja socialmente responsável e isso é percebido por meio da aplicação de uma política social interna que promova, entre outras coisas, o crescimento humano, a dignidade e o bem-estar em seus funcionários.

Uma vez definido o conjunto de políticas (entenda-se por esta definição, a primeira “ação socialmente responsável” da empresa) essas devem nortear as ações e atitudes que podem ser aplicadas como, por exemplo:

  1. Um plano de carreira que seja possível de ser percorrido por qualquer dos seus funcionários;
  2. Conjuntos de benefícios que promovam a evolução cultural tais como Bolsas de Estudo, acessos à base de conhecimento, gratificações (reconhecimento) por mérito e conquistas acadêmicas, etc.
  3. Fomento à solidariedade com ações planejadas de voluntariado, programas de incentivo de colaboração e trabalho em equipe
  4. Fomento ao respeito humano com ações de comunicação que minimizem (ou quiçá extirpe) preconceitos étnicos, de credo e/ou orientação sexual.
  5. Programas de inclusão social e digital
  6. Preservação do meio ambiente (não somente pensando nas árvores e florestas…) e de crescimento sustentável tais como “reuso de água”, programas que minimizem a impressão e consumo desnecessário de papel, etc.
  7. Incentivos culturais
  8. Incentivos às diversidades de talentos internos
  9. Inserção das famílias dos funcionários no contexto corporativo

Há inúmeras ações que podem ser aplicadas para aplicação do conceito de “Socialmente Responsável” em uma empresa.

Assim como em uma pessoa física, a responsabilidade social somente acontece (aparece) de forma consistente quando ‘sai de dentro do coração e exala por meio dos seus póros’.


[1] Não estou considerando a missão de ‘prover os lucros’ aos seus acionistas ou investidores neste caso!

Gestão estratégica de TI

1. Como a infraestrutura de tecnologia está relacionada com a gestão estratégica de TI?

A infraestrutura de tecnologia é a base operacional para a gestão estratégica de TI. Dependendo de seu estágio de maturidade há influências diretas no modelo operacional aplicado para a sua gestão. Quão menor a maturidade, maior é o custo desse gerenciamento. O Gartner apresenta quatro níveis de maturidade e estabelece a ligação direta entre a maturidade e o custo, a saber, Básico, Padronizado, Racionalizado e Dinâmico.
Em cada um dos modelos, as competências são classificadas em quatro estágios:

a. Básico: Onde a competência tem características reativas, com baixo ou nenhum planejamento e direcionada a resolução contínua de problemas. Neste estágio, a competência colabora para que o modelo seja um “gerador de custo”.

b. Padronizado: Neste estágio, a competência tem características reativas, orientada à requisições e uma incipiente gestão de mudanças.

c. Racionalizada: Neste estágio a competência tem características proativas e orientadas à Qualidade. Neste caso, a competência colabora para que o modelo seja “gerador de lucro” ou “fomentador de negócios”;

d. Dinâmico: Neste estágio, a competência tem características proativas, orientadas à qualidade, agilidade com redução/otimização de custos e melhoria contínua.

2. O diagnóstico empresarial é um processo importante em empresas que tem como objetivo a definição de estratégias. Como o diagnóstico é relacionado à gestão de TI, ou seja, qual sua importância na elaboração de estratégias?

O diagnóstico empresarial é fundamental para a identificação do nível de maturidade atual e definição do planejamento estratégico e tático para realizar a aplicação de evolução para o próximo nível de maturidade (dentre os apresentados na resposta anterior).

3. Suponha que você é editor de pesquisa e desenvolvimento de uma multinacional. Você precisa tomar uma decisão sobre qual investimento realizar em um produto de comunicação celular. São necessárias informações sobre a concorrência para elaborar um plano de negócios. Como você elaboraria, com seus colaboradores, um plano para obter informações da concorrência e quais informações seriam?

 

3. Uma tática possível seria a elaboração de pesquisas direcionadas para os clientes (e a contratação de uma agência de pesquisa para realizá-la!).

a. Informações básicas coletadas:

i. Produto (Top of mind) para uma funcionalidade similar;

ii. Maior vantagem do produto;

iii. Maior desvantagem do produto;

iv. Preço médio do mercado para o produto

Eu te disse, eu te disse, eu te disse

08 de outubro de 2009…

(ressucitado do baú de artigos!)

o fracasso (evidente) de alguns tipos deprojetos.

Não… esse não é mais um artigo do tipo “Eu te disse, eu te disse, eu te disse!” Não tem nenhum juízo de valor e nem retrata uma situação específica.

Particularmente eu estou cansado de me deparar com os mesmos tipos de queixas….

Ao discutir Gestão Estratégica no fórum do CEUCLAR no curso de Licenciatura em Computação, um colega relatou um cenário que ocorreu com ele enquanto cliente de um ‘fornecedor picareta de serviços’.

O que era pra ser um projeto para alavancar negócios, virou uma enxaqueca daquelas que deixa o peão imprestável.

O dito “Parceiro” foi contratado para implantar um produto, orçou mal, entregou pior ainda e jogou a culpa na plataforma tecnológica.

Particularmente eu aposto na culpa de dois agentes com posturas que concorrem este tipo de situação (corriqueira, diga-se de passagem.):

1 – Picareta Vendor: Picaretagem institucionalizada na força de vendas

Equipe comercial que aplica o seguinte lema: Eu trago o leão para dentro da sala, os técnicos que se virem para domá-lo.

Vendem um projeto que vai gastar 10 000 horas para o cliente dizendo que vai custar apenas 2 000 e (no bom jargão xulo) o cliente que se dane pois o único objetivo desses gafanhotos é a comissão ao fechamento da venda.

2 – Gestor Picareta

(mais conhecido na boca pequena como cafetão de SVCS – SiVirômetro Certified Specialists)

Para minimizar custos, alguns gestores contratam técnicos júniores, submetem esses técnicos à uma ou duas palestras (que criam a ilusão do júnior especialista!), vendem esses (manés) profissionais com certo grau de sivirômetro no mercado como profissionais especializados.

Na prática são esses caras que têm de matar o leão. Só que eles contam apenas com um canivetinho quebrado e cego. (Adivinha quem é que paga o pato (ou leão) de novo?)

Infelizmente, isso ocorre frequentemente no nosso mercado… E muitas vezes os bons profissionais são chamados para limpar a sujeira deixada por esses porcalhões.

Caso você se depare com esse tipo de ‘gente’: Corra, mas corra MUITO!

Fugir, nesse caso é o único meio de se safar! Não há distância segura desse tipo de gente!

Meu pai, sábio da vida, costumava dizer quando eu ainda era um moleque:

“Se você não tem tempo para fazer DIREITO, vai ter de arranjar mais tempo para fazer DE NOVO!”

Dicas:

Se você é cliente:

  • Contrate os melhores. O que parece caro, pode ser o seu menor custo real de projeto.

Se você é profissional:

  • CAPACITE-SE! Digo além: CAPACITE-SE da maneira ética e dedicada.
  • Quando for estudar qualquer assunto,ESTUDE DE VERDADE!
  • Somente faça promessas que sejam possíveis de serem cumpridas.
  • Não estime mais tempo do que o necessário para realizar uma determinada tarefa.
  • Não estime menos tempo do que o necessário para realizar uma determinada tarefa.
  • Realize suas tarefas com toda dedicação e perfeição que você for capaz.
  • Melhore SEMPRE!