Modelagem de banco de dados

(para o techinicians in a square-balls’ world)

 

A necessidade de negócios

Considere que você esteja projetando um banco de dados para a secretaria de uma escola ou universidade da sua cidade.

Esse banco de dados deverá conter informações sobre os alunos, os pais dos alunos, as disciplinas em que cada aluno está matriculado (imagine que alunos da mesma série podem estar matriculados em diferentes matérias), os professores e as notas dos alunos em cada matéria e em cada bimestre, bem como todo o histórico do aluno na escola. O histórico inclui as notas do aluno em cada matéria em cada um dos anos em que ele esteve na escola. O banco de dados deve manter um cadastro de alunos, de pais de alunos, de disciplinas ofertadas, de notas de cada aluno em cada disciplina e de qual disciplina cada aluno está matriculado.

O sistema deverá, ainda, ser capaz de fornecer, a qualquer momento, a situação atual do aluno ou todo o seu histórico, mas não deverá permitir que seja cadastrado um aluno sem que antes sejam cadastrados os seus pais. Além disso, todo aluno deverá ter um número de matrícula, que é único. Cada disciplina também terá um código exclusivo.

Além disso, o sistema também deverá ser capaz de emitir não só relatórios com as notas por turma e por bimestre, como também as médias para cada disciplina.

Modelo Conceitual

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Modelo Lógico

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Modelo Físico

CREATE TABLE Aplicação (

IDAplicacao BigInt PRIMARY KEY,

DataInicio Date,

DataFim Date

)

CREATE TABLE Turma (

IDTurma varchar(100) PRIMARY KEY,

Apelido varchar(100),

DataInicio Date,

DataFim Date

)

CREATE TABLE Disciplina (

NomeDisciplina varchar(100),

CODDisciplina varchar(100) PRIMARY KEY,

CargaHoraria BigInt

)

CREATE TABLE Professor (

IDProfessor BigInt PRIMARY KEY,

NomeProfessor varchar(100),

DataAdmissao Date,

email varchar(100)

)

CREATE TABLE Aluno (

DataNascimento Date,

RA varchar(100) PRIMARY KEY,

NomeAluno varchar(100),

email varchar(100)

)

CREATE TABLE Responsável (

CPF varchar(100),

ID BigInt,

Nome varchar(100),

Conjuge varchar(100),

email varchar(100)

)

CREATE TABLE Endereco (

Numero varchar(100),

Bairro varchar(100),

CEP varchar(100),

Logradouro varchar(100),

Cidade varchar(100),

UF varchar(100)

)

CREATE TABLE cursa (

RA varchar(100),

CODDisciplina varchar(100),

IDAplicacao varchar(100),

PRIMARY KEY(RA,CODDisciplina,IDAplicacao)

)

CREATE TABLE Leciona (

CODDisciplina varchar(100),

IDProfessor BigInt,

FOREIGN KEY(CODDisciplina) REFERENCES Disciplina (CODDisciplina),

FOREIGN KEY(IDProfessor) REFERENCES Professor (IDProfessor)

)

CREATE TABLE Pertence (

IDTurma varchar(100),

RA varchar(100),

FOREIGN KEY(IDTurma) REFERENCES Turma (IDTurma),

FOREIGN KEY(RA) REFERENCES Aluno (RA)

)

CREATE TABLE Relação_2+Desempenho (

IDAplicacao BigInt,

RA varchar(100),

IdRegistroDesempenho BigInt PRIMARY KEY,

NotasConceito1b BigInt,

NotasConceito2b BigInt,

NotasConceito3b BigInt,

NotasConceito4b BigInt,

FOREIGN KEY(IDAplicacao) REFERENCES Aplicação (IDAplicacao),

FOREIGN KEY(RA) REFERENCES Aluno (RA)

)

A importância da Avaliação

Entrevista realizada com um docente sobre a avaliação no processo de aprendizagem.

Identificação do Professor: X [A professora preferiu não ser identificada]

Idade: 36

Formação Acadêmica: pós-graduado

Há quanto tempo é docente? 10 anos

Em qual etapa de ensino ministra aulas? Atualmente no Ensino Superior.

 

  1. O que significa avaliar? Avaliação tem como finalidade verificar o processo de ensino e de aprendizagem. Serve para verificar o que o aluno aprendeu ou não aprendeu e também serve para o professor verificar o que ele ensinou e ainda não foi aprendido pelo aluno (a avaliação serve tanto para o professor quanto para o aluno).
  2. Qual a função da avaliação dos processos de ensino-aprendizagem na instituição em que você trabalha? A mesma citada anteriormente: verificação da aprendizagem e da prática do professor (desempenho no processo de ensino, retomada de postura, repensar da metodologia…).
  3. Ao colocar em prática a avaliação dos processos de ensino-aprendizagem, o(a) senhor(a) utiliza algum embasamento teórico? Qual? Sim. Costumo sempre me embasar teoricamente nos conceitos de Antoni Zabala, que trabalha em uma linha teórico crítica dos conteúdos. Acredito em um processo de avaliação que seja tanto diagnóstica, quanto classificatória. Essas duas formas devem caminhar juntas.
  4. O(a) senhor(a) já fez algum curso relacionado à avaliação? Se sim, qual foi? Sim, alguns. Participei de palestras, comunicações orais em congressos e na maioria das vezes acabei fazendo cursos com essa temática no Congresso Nacional de Educação – ANPED, que acontece todo ano em Minas Gerais.
  5. Seus alunos são avaliados em diferentes momentos? Se sim, em quais os momentos? Sim, sempre. Vários devem ser os momentos da avaliação, pois só assim é possível verificar o que o aluno está aprendendo (ou não) e como ele está aprendendo. Existem muitas formas de se propor avaliações ao longo do processo de aprendizagem. Algumas formas são: propor diferentes atividades, exercícios de fixação após introduzir um conteúdo novo; diferentes trabalhos que envolvam diferentes habilidades dos alunos, momentos em que o professor possa interagir com seus alunos, tirar dúvidas, explicar novamente o conteúdo, diferentes provas, testes (o que não pode é aplicar somente a “clássica” prova bimestral, pois, isso só não é o bastante para a verificação da aprendizagem).
  6. Quais os instrumentos de avaliação utilizados em sua sala de aula? Acredito que tenha dito isso na resposta acima. Esses instrumentos vão desde a participação dos alunos em classe durante o trabalho em sala (envolvimento, atenção, concentração, solidariedade, respeito…) até a última avaliação que é a prova classificatória: prova bimestral.
Análise das respostas
  1. A resposta do docente está em consonância com o conceito de que a Avaliação corresponde à uma coleta de dados relevantes sobre as mudanças que processo de aprendizagem provoca nos envolvidos e cumpre as três funções básicas de diagnostico, retro informação e favorece r o desenvolvimento individual posto que mudanças podem ser tomadas em tempo hábil para que os objetivos didáticos sejam atingidos.
  2. A resposta indica que não há dicotomia entre a percepção do conceito de “o que é a avaliação” e “qual a sua importância” para o processo de aprendizagem. O conceito de avaliação, em si, é funcional serve para corroborar tomadas de decisão de mudanças necessárias para que o processo de aprendizagem seja adequado (efetivo).
  3. Aparentemente a resposta dada pelo docente é consonante com as demais e também com a linha de pensamento do autor citado. O público atingido pelo docente, dada as necessidades dos seus objetivos didáticos inerentes ao ensino superior, carece da composição das duas táticas de avaliação, a diagnóstica para garantir que os objetivos das disciplinas serão cumpridos, e a classificatória para posicionar o aluno em relação aos demais e às oportunidades de trabalho suscitadas por sua formação.
  4. A resposta do docente denota a importância dada por ele em sua educação continuada e aplicabilidade em sua prática docente.
  5. A resposta indica que o professor faz da avaliação continuada uma prática docente embarcada na mediação do conteúdo aplicado aos seus alunos. Aparentemente, o professor tem zelo por seu ofício e usa diferentes técnicas de coleta de dados para diagnostico e reavaliação de conduta. Há grandes chances de esse docente ser, em sua prática, um mediador (real) no processo de aprendizagem e não somente um mero transmissor de conteúdo.
  6. O professor aplica as táticas de avaliação diagnóstica ao longo do seu exercício de mediação. A avaliação classificatória, se a condução da mediação foi bem realizada, provavelmente corrobora as adaptações aplicadas no período antecedente à prova bimestral e documenta para a instituição que os objetivos didáticos da disciplina naquele período foram devidamente alcançados.

Processo de Inscrição e Implementação do Live@edu (via Microsoft Live@edu & BPOS)

Coisas que toda escola deveria saber!!

  Este video dividido em duas partes, contém todo o processo completo de participação e implementação do programa Microsoft Live@edu. O video demonstra o passo-a-passo, desde a inscrição, configuração do serviço DNS (CNAME e MX), administração dos usuários através da interface web até a utilização do Windows PowerShell.

Parte 1   [youtube=http://www.youtube … Read More

via Microsoft Live@edu & BPOS

Plágio em trabalhos científicos

Trabalho apresentado à disciplina Metodologia da Pesquisa Científica como requisito avaliativo, orientado pela profa. Dra. Lucelia Tavares Guimarães

1 Introdução

Este trabalho apresenta o conceito de plágio e sua motivação referente à produção de trabalhos acadêmicos por meio de apropriação indevida de conteúdo. Neste trabalho são citadas algumas ferramentas de software utilizadas para detecção de plágio em trabalhos acadêmicos.

O trabalho ainda cita as principais consequências legais que podem surgir da apresentação de um trabalho acadêmico plagiado.

2 Conceitos

Págio, do latim plagium, é o ato ou efeito de plagiar, isto é, realizar a imitação ou cópia fraudulenta (PRIBERAM)

O plágio é caracterizado pela cópia parcial ou total de uma obra sem as devidas citações de fonte (e sua devida atribuição de créditos pela autoria) ou ainda sem a devida autorização do autor da obra em questão.

Contrafação, do latim contrafactio, é ato de reproduzir ou imitar fraudulentamente uma coisa, em prejuízo do autor ou do inventor. (PRIBERAM)

A lei 9610/1998 protege toda a produção intelectual independente do meio em que é publicada. Ao dispor de qualquer texto a um comitê acadêmico, blog, jornal, ou qualquer outro meio de publicação, o autor é automaticamente responsabilizado por seu conteúdo, independente da realização do registro de sua autoria. Isso inclui sua responsabilidade civil e criminal pelo uso indevido de qualquer conteúdo obtido por qualquer outro meio de publicação. (PONTES)

Essa mesma lei não cita explicitamente a palavra plágio mas conceitua a contrafação como a parte comum dos conceitos supra citados.

Segundo (MOREIRA, 2008 apud BITTAR, 2004, p. 149) “Contemporizando o plágio, este é caracterizado por uma "imitação servil ou fraudulenta de obra alheia, mesmo quando dissimulada por artifício, que, no entanto, não elide o intuito malicioso."

A classificação de plágio ou confração é competência do juiz, com base nas provas apresentadas caso a caso sendo comum a aplicação do conceito de confração quando há aplicação abusiva da reprodução com fins explícitos de aproveitamento econômico. (MOREIRA, 2008)

3 Motivação

Segundo (MARTINEZ, 2006), a massificação das fontes de informação em nossa sociedade permite que o saber seja apropriado de forma indiscriminada devido à extrema facilidade com a qual se opera tais acessos e, por conta dos recursos telemáticos, a cópia indevida é operacionalmente viabilizada pelas capacidades dos softwares de acesso e produção de conteúdo.

Esta facilidade de acesso irrestrita aliada à extrema pressão que nossa “sociedade da informação” imputa sobre o fato de que saber é poder induz às pessoas cuja formação moral não seja apropriadamente acompanhada a realizar o que se chama estelionato digital onde se aplica produção de novos conteúdos com base na cópia inescrupulosa e apropriação de sua autoria sem os devidos méritos de citação de sua fonte.

A questão do direito autoral se embasa na forma da lei 9.610 DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 que garante ao autor de obra literária, artística ou científica sua propriedade exclusiva sobre sua obra e sua reprodução depende da autorização expressa de seu autor, o que incluí naturalmente a questão do Plágio (MARTINEZ, 2006)

Portanto, plágio é a apresentação do trabalho alheio como próprio mediante o aproveitamento disfarçado e está em desacordo com o bom-senso e com a legislação CF/88 art. 5º, XXVII, art. 184 do Código Penal (MARTINEZ, 2006)

Segundo (OLIVEIRA, 2009), entre os motivos de plágio encontram-se: a Ignorância, a pressão por resultados, a falta de tempo, a sensação de “cursos irrelevantes”, professores medíocres e a afronta ao sistema. Em síntese, os alunos realizam o plágio por não estarem conscientes de que é uma atitude que fere o direito autoral em um ambiente em que as pressões por resultado rápido aliados às rotinas e agendas apertadas revelam a corrupção dos valores éticos nos quais esses estudantes deveriam ser formados.

4 Softwares de apoio à detecção de plágio

Entre alguns softwares de apoio à detecção de plágio, especialmente em obras literárias ou de produção científica estão:

§ CopyScape (Mecanismo de busca ) http://www.copyscape.com/ utilizado para busca de republicação de conteúdo de um determinado website. Basicamente faz uma busca de cópias de uma página (ou site) na internet.

§ CopyTracker: http://www.copyscape.com/ realiza a busca de conteúdo de um documento. Foi desenvolvido por estudantes da Escola Central de Lille em parceria com a Universidade de Genebra. Permite detectar textos potencialmente plagiados da internet. Gera um relatório com as passagens suspeitas.

§ Plagius: (http://www.plagius.com/s/br/default.aspx) é um software OpenSource que analisa por completo os documentos em busca de ocorrências de plágios. Ele analisa documentos nos formatos Word, PDF, OpenOffice, Html, Texto plano e, ao final, emite um relatório sobre a ocorrência de parte ou do todo dos documentos submetidos.

5 Consequências

Em termos de conceito legal, o plágio não é conceituado pela lei de direito autoral 9610/98 e cabe à doutrina jurídica[1] realizar a denominação do instituto[2] para a aplicação das sansões e responsabilidades previstas (CHAVES, 2009)

O plágio, de uma forma bem direta, nada mais é do que se fazer passar por sua uma obra feita por outra pessoa; é usurpar a originalidade, o intelecto alheio. Uma obra plagiada é muito mais "enriquecida" do que a original, já que o plagiador, sujeito ativo desse crime, é quem tem o trabalho de tentar mascarar, através de diversos artifícios, o que inicialmente se tinha como a matéria prima. (CHAVES, 2009)

O artigo 184 do Código Penal prevê pena que pode variar de 3 (três) meses a 1 (um) ano de detenção ou multa. São previstas também, dado que este tipo de delito possa suscitar, por parte do autor, alguma ação adicional de reinvindicação de indenizações por perdas de dano moral.

Por ser caracterizado como crime de menor potencial ofensivo[3], ou de menor importância, podem ser aplicáveis dispositivos legais que permitam a substituição da pena criminal por atos civis reparatórios ou ainda penalidades alternativas ao infrator. (CHAVES, 2009)

6 Conclusão

O fácil acesso ao conteúdo e conhecimento possibilitado pelo avanço tecnológico, especialmente a internet, aliado ao conjunto de pressões por resultados rápidos em agendas extremamente restritas tem fomentado, especialmente nas novas gerações não habituadas ou não devidamente formadas com valores éticos e de cidadania, tem provocado um aumento significativo nos casos de plágio.

O aumento tem sido tão significativo que suscitou necessidade de criação de softwares como ferramenta de apoio na identificação de plágios em trabalhos dessa natureza.

Tais softwares são ferramentas que permitem ao seu usuário identificar trabalhos com evidências de plágio, mas a prova efetiva deve ser produzida com base na avaliação final do usuário desse ferramental posto que, quando há as devidas citações de fonte ou referência, pode haver descaracterização do conceito de plágio.

Aparentemente a minoração dessa prática deve ser entendida como ação de todos e a tática mais adequada para eliminação desta conduta criminosa perpassa a educação e formação de cidadãos em quaisquer ambientes, independente da pressão aplicada por resultados rápidos a essas pessoas.

7 Referências

CARMO, S. J. O. Direito Autoral: uma explanação sobre o furto de bens intelectuais. Buscalegis – UFSC. Disponivel em: <http://www.buscalegis.ccj.ufsc.br/revistas/index.php/buscalegis/article/view/31784/31050&gt;. Acesso em: 17 nov. 2010.

CHAVES, P. T. A responsabilização penal do aluno e do professor orientador por plágios praticados nos trabalhos de conclusão de curso. Jus Navigandi, out. 2009. Disponivel em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/17401/a-responsabilizacao-penal-do-aluno-e-do-professor-orientador-por-plagios-praticados-nos-trabalhos-de-conclusao-de-curso&gt;. Acesso em: 19 out. 2010.

DIREITO E JUSTIÇA INFORMÁTICA. Índice Fundamental do Direito – Art 184. DJI – Índicce Fundamental do Direito, 2010. Disponivel em: <http://www.dji.com.br/codigos/1940_dl_002848_cp/cp184a186.htm&gt;. Acesso em: 16 nov. 2010.

LEI 9610 de 19 de fevereiro de 1998, 19 fev. 1998.

MARTINEZ, V. C. PARECER TÉCNICO-JURÍDICO CIRCUNSTANCIADO "PRODUÇÃO ACADÊMICA E HONESTIDADE INTELECTUAL". Jus Navigandi, maio 2006. Disponivel em: <http://jus.uol.com.br/&gt;. Acesso em: 18 out. 2010.

MOREIRA, M. F. A. G. Reflexos da revolução cibernética perante a comunidade acadêmica. JusNavigandi, dez. 2008. Disponivel em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/12775/reflexos-da-revolucao-cibernetica-perante-a-comunidade-academica&gt;. Acesso em: 17 nov. 2010.

OLIVEIRA, J. P. M. D. Por que os alunos fraudam? Blog do Prof. Palazzo, set. 2009. Disponivel em: <http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=786&gt;. Acesso em: 18 out. 2010.

PONTES, S. Plágio, Uma questão de ética. Blog Sandra Pontes. Disponivel em: <http://sandrapontes.com/?page_id=816&gt;. Acesso em: 18 out. 2010.

PRIBERAM. Dicionario Priberam da Língua Portuguesa. Dicionario Priberam da Língua Portuguesa. Disponivel em: <http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=plágio&gt;. Acesso em: 18 out. 2010.

RABELO, C. Idéias Roubadas. Agência de notícias UNB, 14 jul. 2006. Disponivel em: <http://www.secom.unb.br/unbagencia/ag0706-27.htm&gt;. Acesso em: 18 out. 2010.

WIKIPEDIA. Doutrina Jurídica. WikiPedia, 2010. Disponivel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina_jur%C3%ADdica&gt;. Acesso em: 16 nov. 2010.

WIKIPEDIA. Infração de menor potencial ofensivo. WikiPedia, 2010. Disponivel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Infra%C3%A7%C3%A3o_de_menor_potencial_ofensivo&gt;. Acesso em: 16 nov. 2010.


[1] Doutrina Jurídica é o resultado do conjunto de estudos de pensadores, juristas e filósofos do direito sobre os fenômenos de comportamento humano aplicados no campo jurídico. (WIKIPEDIA, 2010)

[2] Instituto, nesse contexto indica peça do direito tal como o parecer, jurisprudência ou senteça de ação judicial.

[3] Cf. (WIKIPEDIA, 2010)

Como contestar estatísticas – Darrel Huff (via Blog do Nohara)

Vale a pena dar uma olhada nesse Post. Muito bem Estruturado e com informações muito efetivas de como podemos ser enganados por números!

Como contestar  estatísticas - Darrel Huff Há pouco tempo atrás li um artigo no Jornal Folha de São Paulo comentando sobre um livro chamado “Como mentir em estatísticas” do Darrel Huff, fiquei curioso e resolvi dar uma pesquisada, achei alguns temas semelhantes sobre o assunto no Observatório da Imprensa, parceiro do iG (empresa que eu trabalhei).  Bom vamos lá então as duas matérias citadas: Como contestar Estatísticas As informações que serão apresentadas aqui são provenientes do livro … Read More

via Blog do Nohara