Livro: O código da Inteligência

O livro é dividido em três grandes partes onde o autor discorre sobre o complexo processo da formação de pensadores com base na exposição de sua teoria de Inteligência Multifocal e na aplicação de sua ‘otimização de uso’ através de oito códigos que podem disparar a melhor utilização da inteligência a fim de alcançar o seu melhor rendimento em seu uso para adquirir uma melhor qualidade de vida.

No livro o autor ainda descreve o que chama de quatro armadilhas que “bloqueiam o uso da inteligência, asfixiam a emoção e abortam projetos de vida” e descreve os hábitos dos profissionais que fazem o devido uso de sua inteligência em busca do sucesso pessoal e profissional.

Na primeira parte o autor expõe os conceitos do que chama “Inteligência Multifocal” e sua atuação e influência nas dimensões do inconsciente, da fantasia e da lógica.

Nesta fase também o autor estabelece uma ligação clara entre o que chama de “códigos da inteligência” e remete à diretriz de que nós podemos decifrar tais códigos a fim de otimizar o seu uso em benefício de nosso sucesso.

Na segunda parte do livro, o autor expõe as quatro principais armadilhas que tolhem a inteligência humana em sua origem, a mente. Entre as armadilhas descritas estão: 1) o “conformismo” – que o autor aplica a ideia central de que pessoas conformistas aceitam os fatos como obra do destino enquanto os não conformistas agem como ‘gestores’ de suas vidas. 2) o “coitadismo” – denominado também de “auto piedade” que nada mais é do que o conformismo pessimista e que faz alarde de sua condição de fracasso. 3) o “medo de reconhecer erros” – auto explicativo e 4) o “medo de correr riscos” – que é o principal fator de bloqueio da criatividade.

A terceira parte do livro, enfim, discorre sobre os denominados oito códigos da inteligência.

Esta parte, mais extensa, descreve de forma clara e objetiva os conceitos de auto gestão do intelecto, da autocritica, da resiliência, do altruísmo, do debate de idéias, do carisma, da intuição criativa e da auto gestão da emoção.

Além das exposições de conceitos, o autor sugere aplicações práticas para o exercício de cada um das chaves de abertura da inteligência baseada em cada conceito aplicado.

Por fim, o autor expõe, de forma suscinta os hábitos das pessoas que, tendo decifrado tais códigos, têm uma vida plena e realizada graças à identificação desses gatilhos que lhes permitem utilizar sua Inteligência para a promoção de uma melhor qualidade de vida e satisfação.

Entre os hábitos citados pelo autor estão o exercício contínuo da superação de expectativas (fazer além do que lhes é solicitado), a prevenção dos ‘erros’ antes de sua ocorrência, o exercício contínuo de atitudes empreendedoras, trabalho em equipe e a utilização dos ‘elogios’ ao invés de pressões e imposição de medos nas pessoas que cercam os excelentes profissionais.

Conclusão

Todos têm potencial para realizações de sucesso e aplicação de uma qualidade de vida que nos permita executar nossos projetos com satisfação. Muitas vezes, somos minados ou ainda sabotados – por nós mesmos inclusive – e travamos o potencial do exercício de nossa inteligência. O livro permitiu a reflexão de que é necessário olhar com maior afinco em todas as ‘travas’ que insistimos em usar durante o exercício de nossa prática profissional.

Muitas vezes, somos, por conta do mau uso de nossa inteligência, responsáveis por influências negativas nas outras pessoas (alunos, por exemplo) que podem ter seu ‘potencial’ de sucesso minorado por nossas atitudes e influências exercidas nelas.

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