O impacto de uma formatura…

Este post, diferente dos demais, é um desabafo despretensioso além de uma forma de compartilhar com vocês, nobres leitores,  o que acontece com uma pessoa quando ela participa de uma formatura (especialmente, a sua própria formatura!)

Antes, porém, deixe-me explicar o contexto:

Eu iniciei minha jornada acadêmica em 1994, ao ingressar no curso de Engenharia Elétrica na Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Não que eu soubesse o que queria fazer da minha vida profissional… Meu objetivo era claro: Passar em uma federal para parar de pagar o cursinho – sendo que parte era pago com o meu suor e trabalho.

Ok, tentei permanecer num curso do qual eu não gostava, enfrentei as greves de professores e funcionários, engajei-me nos movimentos religiosos locais, nos movimentos estudantis… enfim. Aprendi muito durante uns 5 ou 6 anos da engenharia – mesmo não tendo evoluído tanto a vida acadêmica nesse curso. Aprendi especialmente como acender uma churrasqueira… e a engenharia ficava sistematicamente para trás.

Num dado momento, achei que seria melhor mudar de curso… a universidade tinha acabado de abrir 9 novos cursos, dentre eles, o de Ciência da Computação… Enfrentei um novo vestibular e passei (de novo, na mesma universidade federal).

Aí eu gostava do curso – em tese não havia desculpas para não concluí-lo! Eu só não contava com o desgaste da minha relação com aquele espaço, professores, etc. Um novo engajamento no movimento estudantil me tirou novamente da sala de aula. Aprendi naqueles dois anos tudo o que se pode aprender sobre empreender, administração de uma empresa, custo, trabalho em equipe e, principalmente, que você pode conseguir bastante experiência apenas por conhecer as pessoas.

O desgaste só aumentou – e parte disso, por uma incrível, incomensurável falta de maturidade da minha parte adicionada a um princípio de alcoolismo no qual eu imbecilmente engatei.

O ápice da minha frustração velada foi estar à mesa da formatura da minha turma de engenharia como presidente do diretório acadêmico. Estava eu lá, cumprimentando um a um, felicitando-os pela capacidade que eles tiveram de estar ali com seus graus de engenheiros colados e eu lá, feito um otário vendo o sucesso deles passar bem abaixo do meu nariz.

Naqueles dias eu chorei feito um menino de colo com cólicas homéricas ao lado de várias garrafas de conhaque.

Então decidi dar um basta naquele sofrimento! Chutei o balde! Enfiei o pé na jaca como nunca havia imaginado que seria possível fazê-lo! Eu simplesmente defequei violentamente na minha vida e fui-me embora pra sumpaulo

Tava ruim lá na bahia,

profissão de bóia fria,

trabaiando noite e dia,

num era isso que eu quiria…

e eu vim me imbora pra sumpaulo!

Vim no lombo de um jumento,

enfrentando chuva e vento e

dando uns peidos fedorentos..

que até minha bunda fez um caaaaaaaaaaalo!!

(Mamonas Assassinas)

seduzido pelas promessas de trabalho e por todas as potencialidades da minha ‘brilhante’ capacidade de superar todos os obstáculos como “SUPERHOMEM” que eu julgava ser.

Afinal, Quem precisa de uma mer$$ de diploma?

…bradava o imbecil prepotente que hoje vos escreve.

Eu só não imaginava que meu inferno velado tinha aberto suas portas e me saudava com diversas homenagens ao idiota que nele adentrava com o tapete vermelho estendido. “Viva o imbecil! Vida longa ao idiota!”

Durante minha estada profissional, tive muita sorte de encontrar, graças a um Deus que eu renegava, e um pouco do meu alto grau de “Sivirômetro”, boas oportunidades profissionais.

Durante essa época, tentei retomar os estudos em uma faculdade local. Mas minha arrogância não me permitiu ter a paciência de um aluno. Eu queria pular as etapas e tornar-me mestre!

Com a previsão da chegada do meu guri, minha namorada que se tornou esposa de fato, já diplomada em Ciências Jurídicas e em Pedagogia me disse: “Mauro, você TEM de ter um diploma.” Você VAI voltar à faculdade (coisa que só uma esposa é capaz de fazer! Mandar o marido fazer alguma coisa.Smile e o marido que é sábio, obedece!

O fato é que ingressei no curso de Licenciatura em Computação, EAD, no Centro Universitário Claretiano.

Foram 3+1 anos de pura pauleira – a quem acha que um curso à distância é moleza, digo-lhes que um “curso presencial é moleza!”

EAD é só para os MELHORES!

A vida é muito dura pra quem é mole (meu pai dizia isso!)

Após algumas lutas para entregar todas as pendências, relatórios, atestados e declarações consegui ser inserido na cerimônia de colação de grau.

Eu não estava preparado para isso. Eu nem sabia como me comportar sendo um formando. Não sabia o que eu estava fazendo ali. Eu só tinha perguntas em mente: Putz, não tá faltando nada mesmo? Não falta entregar mais nenhum relatório, nenhuma ‘pendência acadêmica’? O que eu faço agora com este canudo? [ por favor, não responda! ]  Acabou mesmo? eEta etapa está completa?

E agora? No que esta coisa me torna melhor?

Eu acho que consegui chegar a uma resposta satisfatória!

Perdemos tanto tempo cumprindo tarefas secundárias, sem valor, sem agregação prática, sem alegria, sem desafios efetivos, sem nenhum retorno para satisfazer o ego dos outros – família, trabalho e demais agregados – que não paramos para ‘celebrar’ as conquistas.

O diploma é só um marco, uma CELEBRAÇÃO da conquista árdua e sofrida diante da vida que, por nossas próprias escolhas, pode parecer mais dura do que é de verdade.

O que importa no diploma é o resultado que ele sintetiza depois de tanto esforço.

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e a quem acha que diploma não vale nada, minha única recomendação é:

Vá estudar e se, ao final, sua opinião sobre a importância  se manter, a única conclusão que se pode chegar é de que você não se esforçou o suficiente.”

Filme: Uma mente brilhante

O filme foi baseado no livro A Beautiful Mind: A Biography of John Forbes Nash Jr., de Sylvia Nasar. e conta a história real de John Nash

Aos 21 anos, Nash formulou um teorema que provou sua genialidade.

O filme começa com a chegada de Nash à universidade de Princeton onde recusa-se a participar das atividades acadêmicas. O personagem tem a obsessão de encontrar uma ‘ideia original’. Com o incentivo de um colega, ele utiliza fontes não convencionais de inspiração como, por exemplo, o estudo os movimentos de pássaros. Em uma conversa de bar Nash encontra a inspiração para uma teoria econômica aplicável à economia moderna, pondo à prova as teorias vigentes até então postuladas por Adam Simth.

O trabalho de Nash é reconhecido após ter realizado alguns trabalhos descriptografia de códigos russos para o Pentágono.Ele se casa com uma de suas alunas, Alicia com quem tem um filho.

Ele fica paranoico devido à pressão causada por uma série de eventos de perseguição por desconhecidos dos quais foi alvo. Foi diagnosticado então como Esquisofrênico.

A partir desse ponto, Nash inicia uma luta diária contra a esquizofrenia e contra os que duvidavam de sua recuperação.

O filme termina o reconhecimento pelo qual Nash tanto ansiava: o Prémio Nobel de Economia em 1994, pelo seu contributo na Teoria dos Jogos.

O filme apresenta a história de uma pessoa inteligente e, ao mesmo tempo, que sofre de um distúrbio mental. Não creio ser possível – aos ditos ‘normais’ – imaginar o que é adentrar ao mundo interno de uma pessoa nessas condições.Sendo um caso verídico, a maior notoriedade se deve ao fato de Nash ter sido um dos grandes matemáticos do século XX, ganhador de um Prêmio Nobel de Economia.

O filme retrata Nash como uma pessoa genial sobre os assuntos da matemática cujo comportamento social – como a média dos ‘gênios’ – desastroso

a postura dele, frente aos demais, as vezes arrogante somente retrata o mesmo anseio vivido por qualquer jovem que busca firmar-se frente aos demais com algo que o diferencie dos demais, em seu caso, a ideia inédita.

Para a prática docente, o filme leva à reflexão de que devemos prestar atenção às necessidades especiais de nossos alunos e que não devemos agir de forma preconceituosa possibilitando o desenvolvimento pleno de suas capacidades apesar de suas restrições psíquicas, motoras ou congnitivas. Por tras de um aluno “especial” pode haver uma história de superação e mesmo uma pessoa que não se enquadre na média comportamental pode promover avanços significativos para nossa sociedade. Basta que acreditemos em seu potencial e permitamos a execução de seu processo de aprendizagem de forma plena com respeito às suas limitações.

Filme: Independece Day

 

O filme começa com uma falha generalizada nos sistemas de comunicação mundial que, percebe-se causado por uma interferência atmosférica de uma nave espacial gigantesca conduzida por alienígenas. Desta nave saem diversas naves menores (com cerca de 20 km de diâmetro, daí se pode imaginar o tamanho da nave-mãe!) Após algumas tentativas comunicação com esses seres invasores, um técnico em comunicação identifica que esses seres estão utilizando a estrutura de comunicação terrestre para coordenar um ataque massivo ao planeta. No dia seguinte (3 de julho) os ataques começam e nem mesmo as armas nucleares são capazes de ‘deter’ tais alienígenas. A partir da coordenação do presidente americano, um ‘veterano de guerra’ vivido por Bill Pullman, a ‘incrível’ capacidade do tal técnico em comunicações em produzir um ‘vírus’ para o sistema operacional das máquinas alienígenas e a perícia do piloto militar vivido por Will Smith. Como todos os satélites estão capturados pelos ETs, esses recorrem a métodos e tecnologias de comunicação ditas ultrapassadas para coordenar uma ofensiva mundial após a instalação do tal ‘virus’ criado na nave mãe.

A vitória sobre os ETs no dia da independência americana, apesar de ressaltar a “argentinisse” dos estadunidenses não minimiza a fraqueza de argumentos e improbabilidades físicas de naves com tais dimensões permanecerem ‘paradas’ no céu sem movimentos de ar, ou mesmo a nave mãe, de dimensões colossais, não ser atraída pela força gravitacional do nosso planeta posto que estivesse tão próxima.

O evento mais ‘bizarro’ foi a produção do tal vírus em um tempo recorde.

De bom, efetivamente, passa a reflexão sobre a enorme dependência que a humanidade tem dos mecanismos de comunicação disponíveis, além de alertar os pontos de suas potenciais fragilidades.

Minha conclusão sobre o que o filme mudou em minha vida é de que, salvo pelas boas risadas, haveria tido um desperdício de cerca de 2 horas em minha vida.

Filme: Genio indomável

O filme é sobre a história de um rapaz órfão, extremamente inteligente mas que tem um comportamento social agressivo. Apesar de sua inteligência, o rapaz prefere aplicar-se em empregos que não exijam qualificações mais elevadas.

Apesar da incrível capacidade de raciocínio lógico, memória, leitura ampliada e demais características que poderiam leva-lo a ter uma carreira acadêmica brilhante, ele não o faz. Seu comportamento agressivo levou-o, inclusive, a ter problemas com a justiça.

A descoberta da genialidade do rapaz começa com a proposição, por parte de um professor, de um problema matemático que este considera impossível de solução por seus alunos. O rapaz que trabalha como faxineiro nessa escola resolve o problema proposto em um quadro negro da escola, que é descoberto pelo tal professor.

Ao identificar o autor da solução, o professor toma algumas ações para ter esse rapaz em sua equipe de pesquisa no ramo da matemática. O rapaz, preso por mais uma de suas peripécias comportamentais, acaba beneficiado por um acordo feito por esse professor com a justiça que impõe, como condição de soltura, que o tal rapaz faça terapia e trabalhe com esse professor.

O rapaz é, então, encaminhado para a terapia e encontra um ‘terapeuta’ tão teimoso como ele e aceita trabalhar os seus medos, traumas e mudança de comportamento com esse terapeuta.

O filme discorre sobre os efeitos do surgimento de uma necessidade especial que muitos consideram positiva (superdotação) em um ambiente desfavorável em termos de estrutura familiar, financeira e emocional. A superdotação, de uma forma geral é considerada como uma dádiva e há pouco, ou quase nenhum preparo na maior parte das escolas para gerenciá-la.

Os ‘traumas’ vividos pelo rapaz o inibe de aceitar seu ‘dom’ e, com isso, o rapaz preferiu esconder-se atrás de um personagem violento e propenso a se meter em confusões numa tentativa frustrada de lutar internamente contra suas capacidades.Basicamente o que norteia o comportamento do rapaz é o medo causado pelas situações passadas. O encontro com um terapeuta que consegue estabelecer a empatia e o diálogo faz com que essa interação paciente-psiquiatra seja frutífera nos resutados de melhora da atuação social desse indivíduo.

O filme permite a reflexão, não somente das condições do jovem, mas também do impacto causado pela sociedade no comportamento das pessoas onde se considera ‘normal’ utilizar suas capacidades para atingir o máximo que for possível conseguir, sem prestar a devida atenção às necessidades do “indivíduo”. O professor não se conforma em ter um gênio trabalhando como Faxineiro e faz de tudo para que esse faxineiro se torne um homem ‘vitorioso’ e ignora seus anseios mais primários de uma pessoa, a saber, ser feliz.

Em termos de prática docente, o filme leva a refletir que o professor não pode ter ‘preconceitos’ ou se aventurar a aplicar a profecia ‘auto-realizadora’ ao encontrar um aluno que o desafie, incomode ou coisa semelhante. Professores, por natureza, têm medo de encontrar um gênio em sala de aula. Culturalmente isso o coloca como ‘presa’ nas mãos de tal cidadão que tem capacidades intelectuais maiores que a dele próprio… Logo eu, que sou um Mestre? Não deveria eu estar ensinando ao invés de aprender? Vaidade!

Em condições desfavoráveis vividas pelo aluno que, neste caso, é órfão e pobre isso é ainda mais improvável. (Imagine… garoto de periferia não pode ser um gênio!)

O fato é que o professor convencional está melhor preparado para lidar com um aluno limítrofe ou limitado fisicamente do que com um ‘gênio’. A sociedade não espera nada de pessoas com carências (tal qual o professor. Já encontrei professores que dizem de seus alunos especiais – a menor – “Qualquer coisa que esse tal aluno aprender está bom demais…”

Essa atitude causa, no aluno, um aumento significativo do MEDO e rebaixa a sua auto-estima a níveis extremamente perigosos que podem leva-lo a executar comportamentos agressivos.

Ao mesmo tempo, os currículos das fases escolares não são, na média, interessantes para tais alunos geniais. O que hes causa desmotivação no acompanhamento das disciplinas.

O professor pode fazer ‘a diferença’ na vida de alunos com essa natureza com atitudes simples:

  • Ajudar a desenvolver suas habilidades e direcioná-las ao uso adequado para sua vida;
  • Estimular bons hábitos de estudo;
  • Trabalhar sua autoestima;
  • Estimular a investigação;
  • Trabalhar o afeto e as relações sociais em sala de aula;

Permitir a aprendizagem profunda em tópicos selecionados pelo próprio aluno. Infelizmente as nossas escolas e seus professores não estão prontos para demandas dessa natureza.

Filme: Colcha de Retalhos

Trabalho apresentado como Atividade Acadêmico Científico Cultural ao Centro Educacional Claretiano

O filme retrata um momento da vida de uma jovem mulher que, enquanto prepara seu casamento, vai morar na casa de sua avó. Esta, de presente de casamento, resolve compor uma ‘colcha de retalhos’ com a ajuda de diversas outras mulheres amigas. Esta, ao que parece, é uma tradição de família. Durante a confecção da tal colcha, a personagem principal ouve o relato dessas mulheres sobre suas histórias de vida.

Ao que tudo indica, o intuito dessa tradição é provocar a reflexão desta personagem em relação aos passos e decisões que influenciarão em seu futuro.

Neste período, a personagem se percebe atraída por um outro rapaz que não o seu noivo e começa a questionar seus planos para o futuro e suas expectativas frente ao casamento e sua carreira.

A metáfora dos retalhos é proposital e carrega um conjunto de simbolismos representativos da vida dessas mulheres e suas histórias amorosas. Os desenhos bordados nesses retalhos remetem, à memória dessa personagem, as histórias contadas por elas.

Esse convívio faz com que ela enriqueça sua experiência de vida e reflita sobre os papeis desempenhados na formação de uma família, as renúncias e decisões aplicadas pelos envolvidos em uma vida familiar.

No ápice do filme, de posse da colcha pronta, a avó cobre a neta com este artefato e é nesse momento que essa moça demonstra a percepção de que suas escolhas não serão isoladas e que terão forte influência em sua vida e na vida da família que pretende montar. Da mesma forma, o fato de ter sido ‘coberta’ com essas histórias tem a conotação de que ela aprendeu com essas mulheres um pouco de suas experiências, mitos, tradições, escolhas e renúncias..

Tentando traduzir esta experiência para a prática docente, ouso concluir que o professor deve, no ambiente de mediação da aprendizagem, promover o crescimento humano das pessoas que serão aplicados como seus alunos permitindo trocar com eles as suas experiências de vida, ainda que composta de diversos retalhos, para que esses possam ser beneficiados com o aprendizado de uma vida já vivida pelo professor. O professor deve ter em mente também que ele pode ser ‘coberto’ pelos conhecimentos trazidos por seus alunos e para tanto, deve estar aberto a ouvir suas histórias e tecer com eles uma colcha de retalhos do período em que conviveram e trabalharam de forma interativa.

Lero Lero Pedagógico…

Quase todas as Instituições de Ensino Superior (e fundamental também!) oferecem como ‘diferencial’ a “Formação de um cidadão crítico e consciente …”

Sabe qual é a visão média das pessoas que atuam no ensino atual sobre o que é a ‘formação de um cidadão crítico e consciente’?

O texto abaixo explica exatamente qual a visão da pedagogia  e das políticas de educação aplicadas em nossa sociedade ‘(in)’Consciente:

Formação de cidadãos conscientes e críticos em uma sociedade globalizada.


          Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a consulta aos diversos militantes desafia a capacidade de equalização do levantamento das variáveis envolvidas. Pensando mais a longo prazo, a estrutura atual da organização não pode mais se dissociar do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a consolidação das estruturas aponta para a melhoria das novas proposições. Por outro lado, a percepção das dificuldades facilita a criação dos paradigmas corporativos. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o desafiador cenário globalizado possibilita uma melhor visão global da gestão inovadora da qual fazemos parte.
          A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a revolução dos costumes obstaculiza a apreciação da importância do impacto na agilidade decisória. Do mesmo modo, a necessidade de renovação processual afeta positivamente a correta previsão do sistema de participação geral. Por conseguinte, a execução dos pontos do programa ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das diversas correntes de pensamento. A nível organizacional, a mobilidade dos capitais internacionais promove a alavancagem do retorno esperado a longo prazo. O empenho em analisar o entendimento das metas propostas acarreta um processo de reformulação e modernização do remanejamento dos quadros funcionais.
          Percebemos, cada vez mais, que a complexidade dos estudos efetuados estimula a padronização das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. No entanto, não podemos esquecer que o início da atividade geral de formação de atitudes nos obriga à análise de todos os recursos funcionais envolvidos. É importante questionar o quanto o consenso sobre a necessidade de qualificação maximiza as possibilidades por conta das direções preferenciais no sentido do progresso. Neste sentido, a crescente influência da mídia deve passar por modificações independentemente das condições inegavelmente apropriadas.
          Não obstante, o julgamento imparcial das eventualidades assume importantes posições no estabelecimento do orçamento setorial. No mundo atual, o fenômeno da Internet é uma das consequências das formas de ação. Todavia, a determinação clara de objetivos prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do processo de comunicação como um todo.
          Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação faz parte de um processo de gerenciamento das condições financeiras e administrativas exigidas. Caros amigos, o surgimento do comércio virtual auxilia a preparação e a composição das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Assim mesmo, a constante divulgação das informações cumpre um papel essencial na formulação dos procedimentos normalmente adotados. Gostaria de enfatizar que o acompanhamento das preferências de consumo oferece uma interessante oportunidade para verificação dos modos de operação convencionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a adoção de políticas descentralizadoras pode nos levar a considerar a reestruturação do investimento em reciclagem técnica.
          O cuidado em identificar pontos críticos na expansão dos mercados mundiais talvez venha a ressaltar a relatividade do fluxo de informações. As experiências acumuladas demonstram que a competitividade nas transações comerciais estende o alcance e a importância dos métodos utilizados na avaliação de resultados. O que temos que ter sempre em mente é que a contínua expansão de nossa atividade causa impacto indireto na reavaliação das regras de conduta normativas.
          Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a valorização de fatores subjetivos garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos níveis de motivação departamental. A prática cotidiana prova que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos representa uma abertura para a melhoria de alternativas às soluções ortodoxas. É claro que o comprometimento entre as equipes exige a precisão e a definição dos índices pretendidos. Evidentemente, a hegemonia do ambiente político agrega valor ao estabelecimento dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência.
          Desta maneira, o novo modelo estrutural aqui preconizado apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Não obstante, o desafiador cenário globalizado promove a alavancagem das novas proposições. Percebemos, cada vez mais, que a estrutura atual da organização representa uma abertura para a melhoria do remanejamento dos quadros funcionais.
          Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a consolidação das estruturas ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. É claro que a percepção das dificuldades maximiza as possibilidades por conta das direções preferenciais no sentido do progresso. Por conseguinte, a expansão dos mercados mundiais obstaculiza a apreciação da importância da gestão inovadora da qual fazemos parte. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o surgimento do comércio virtual não pode mais se dissociar das condições inegavelmente apropriadas.
          Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o novo modelo estrutural aqui preconizado estende o alcance e a importância das regras de conduta normativas. Pensando mais a longo prazo, o fenômeno da Internet pode nos levar a considerar a reestruturação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a consulta aos diversos militantes cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica. O empenho em analisar o início da atividade geral de formação de atitudes acarreta um processo de reformulação e modernização do levantamento das variáveis envolvidas. O que temos que ter sempre em mente é que o comprometimento entre as equipes oferece uma interessante oportunidade para verificação do sistema de participação geral.
          Por outro lado, o julgamento imparcial das eventualidades garante a contribuição de um grupo importante na determinação das condições financeiras e administrativas exigidas. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a determinação clara de objetivos faz parte de um processo de gerenciamento de alternativas às soluções ortodoxas. Desta maneira, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação deve passar por modificações independentemente do retorno esperado a longo prazo. Do mesmo modo, o entendimento das metas propostas assume importantes posições no estabelecimento do orçamento setorial.
          As experiências acumuladas demonstram que o consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências de todos os recursos funcionais envolvidos. No entanto, não podemos esquecer que a constante divulgação das informações prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do fluxo de informações. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a contínua expansão de nossa atividade causa impacto indireto na reavaliação das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. É importante questionar o quanto a revolução dos costumes auxilia a preparação e a composição do impacto na agilidade decisória.
          Neste sentido, a complexidade dos estudos efetuados estimula a padronização dos procedimentos normalmente adotados.

fonte: O Fabuloso gerador de Lero-Lero

 

É mais fácil encontrar uma lagartixa albina, de oito patas e olhos verdes do que um professor (na ativa) que não use a frase “Cidadão consciente” em seus pseudos trabalhos acadêmicos.

 

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