Educação para todos…

Creio que a execução da disseminação do acesso à educação, meta principal do governo, tem sido consonante com as aplicações do PNE e LDBEN a partir das políticas educacionais geradas desde a publicação do PNE. Como os objetivos desse plano constituem-se em

  • Erradicação do analfabetismo;
  • Universalização do atendimento escolar;
  • Melhoria da qualidade do ensino;
  • Formação humanística, científica e tecnológica com a preparação do indivíduo para o trabalho

Pode-s perceber que todas as políticas tem características bem fundamentadas para a promoção e desenvolvimento de tais objetivos, isto é, do ponto de vista do estado, os artifícios por ele gerados têm sido consonantes com o cumprimento de tais metas.

Atualmente reclama-se muito da questão da qualidade de serviço oferecida pelo ensino público por falta de incentivos e valorização dos profissionais de ensino mas, tento por base o texto do PNE, da LDB e das políticas publicadas pelo governo nos âmbitos federal, estadual e municipal temos, por exemplo, por parte da LDB um aumento da carga horária e do número de dias letivos para os níveis obrigatórios (básico, fundamental e médio). Temos também uma série de fomentadores sociais para incentivos da sociedade na participação da questão do problema nacional denominado EDUCAÇÃO, entre eles, Bolsa Escola, Bolsa família, financiamentos específicos voltados para capacitação de profissionais de ensino (especialmente os que tangem o contato desses profissionais com aspectos tecnológicos), temos diversas cotações de projetos de modernização de salas de aula e investimentos neste sentido sendo aplicados para estabelecer o contato de profissionais e alunos com as diversas tecnologias de auxílio pedagógico e funcional como é o caso das salas de aula ‘do futuro’ com equipamentos sendo desenvolvidos para fins didáticos. Há também, por parte de órgãos governamentais o fomento à produção científica com bolsas de pesquisa, abertura e acesso à cursos de capacitação (graduação e técnicos). Há também o fomento de novas modalidades de graduação por meios tecnológicos modernos como é o caso do Ensino à Distância e o incentivo eficaz para a disponibilização de cursos de graduação, pós graduação nessa modalidade.

Há de se considerar também a questão da participação dos demais entes envolvidos nesta demanda. Em meu modo de entender, há uma divergência (e provavelmente uma letargia) na questão da participação especialmente dos profissionais envolvidos com a educação. Não basta cobrar do “governo” no papel de “estado” a questão de incentivos ao ensino sem a participação correta e coerente neste processo de disponibilizar acesso (gratuito ou não) ao direito que todos os cidadãos têm frente à educação.